Não é só a briga pelas primeiras posições que agita a reta final da fase de classificação do NBB. Nesta quarta-feira, duas equipes que ocupam a parte de baixo da competição farão um confronto mais do que crucial por um lugar nos playoffs do maior campeonato do país: os estreantes Caxias do Sul Basquete e Vitória, que se enfrentarão no Ginásio Vasco da Gama, na serra gaúcha, às 20h15.

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Mogi das Cruzes e São José travaram uma verdadeira batalha na decisão do Campeonato Paulista. No último jogo da série de três, o mogianos mandaram o jogo no Gisário Hugo Ramos por terem feito melhor campanha na competição. A equipe joseense, no entanto, ignorou a pressão dos cerca de cinco mil presentes nas arquibancadas, conseguiu virar o placar a oito segundos do fim e ficou com a taça, com vitória por 89 a 86.

Para garantir o título, o São José contou com uma atuação inspirada do ala/armador Pedro, que foi o cestinha da partida com 26 pontos. O camisa 12 contou ainda com o auxílio de outros dois clientes atletas também clientes da All Sports Agency, do armador Jamaal Smith, que anotou 23 pontos, e do ala Matheus Dalla, que marcou 14. Os alas Arthur e Gustavo entraram no decorrer da partida para ajudar a melhorar a saída de bola e marcar.

Do lado do Mogi das Cruzes, do técnico Paco Garcia, outros três clientes da All Sports Agency não deram vida fácil aos campeões. O ala/pivô Tyrone Curnell deixou a equipe na frente do placar diversas vezes com ótimas bolas de três e marcou três pontos. Já os pivôs Gerson e Wagner tiveram bom aproveitamento nas assistências.

Assim como no primeiro (vitória do São José por 81 a 79) e no segundo (triunfo mogiano por 81 a 68) jogo da série, o duelo começou equilibrado. Na metade do período, o São José vencia por 11 a 10, graças a mão quente de Jamaal, mas a boa atuação de Tyrone mantinha o Mogi vivo. O quarto acabou com 19 a 18 para os joseense. Na segunda etapa, o técnico Paco Garcia pediu mais capricho nas bolas de três e a equipe do Mogi virou ao encaixar bons arremessos neste fundamento, fechando em 40 a 38.

Na volta do intervalo, o São José entrou em quadra mais atento e Matheus Dalla começou a aparecer. Logo nos primeiros minutos, o ala acertou duas cestas de três e conseguiu abrir vantagem de seis pontos. O Mogi ensaiou uma reação nos dois últimos minutos, mas o quarto terminou em 64 a 61. O último período foi o mais disputado. Se Jamaal marcava de três para o São José, o Mogi respondia com Filipin na mesma moeda. Com 5 minutos no relógio, os donos da casa venciam por 73 a 72, mas os joseenses mantiveram o foco e fizeram 78 a 73 graças os belos pontos da dupla Jamaal e Pedro a 3 minutos do fim.

O relógio anunciava dois minutos para o fim e o placar estava em 78 a 78. As equipes passaram a acertar bolas de longa distância e o jogo ficou dramático. No minuto final, a diferença de um ponto de frente trocou de lado três vezes. Até que, com o São José vencendo por 85 a 84, com 8 segundos por jogar, Larry errou o chute de três e Matheus Dalla conseguiu pegar o rebote. O ala sofreu a falta e anotou os dois lances-livres para os joseenses. Na sequência, o Mogi conseguiu marcar dois pontos e a diferença voltou a ser de apenas um ponto para as equipes.

Com a bola em posse do São José, a seis segundos do fim, Pedro sofreu falta e converteu os dois arremessos, confirmando a vitória por 89 a 86 e garantindo o quinto título paulista dos joseenses, que não conquistavam a competição desde 2012.

Agora, as duas equipes se concentram no NBB. A estreia no São José é diante do Vitória-BA, no próximo dia 4, e o Mogi das Cruzes encara o Basquete Cearense, no mesmo dia.


Final de campeonato é sempre emocionante. A do Campeonato Paulista de basquete desta temporada, no entanto, promete ter um algo a mais. Nos confrontos entre o Mogi das Cruzes e o São José na competição cada clube tem duas vitórias. As equipes fizeram valer o mando de quadra e venceram as partidas ao lado de suas torcidas. Durante a chave de classificação, os joseenses ganharam dos mogianos por 92 a 87 e perderam no Hugão por 77 a 74. No primeiro jogo da final, levaram a melhor em São José por 81 a 79. Sábado passado, o Mogi devolveu a derrota com um 81 a 68 e empatou a série. Com 1 a 1 na série, a batalha final será neste sábado, às 14h45, no Ginásio Hugo Ramos.

A partida marcará um encontro entre clientes da All Sports Agency. Pelo lado do São José estão os alas Matheus Dalla, Arthur e Gustavo, o armador Jammal Smith e o ala/armador Pedro Teruel. No Mogi das Cruzes, além do técnico Paco Garcia, a equipe conta com os pivôs Gerson e Wagner e o ala/pivô Tyrone Curnell.

Os águias do São José já foram campeões paulistas em quatro oportunidades, 1980, 1981, 2009 e 2012. Já os mogianos conquistaram a competição apenas uma vez, em 1996, e estão em busca do segundo título.

Após três anos sem disputar a final do Campeonato Paulista, o São José conquistou a vaga com um 3 a 1 na série de cinco diante do Rio Claro. O Mogi das Cruzes teve um pouco mais de trabalho na semifinal e avançou após alcançar um 3 a 2 na série de cinco. Os mogianos não conquistavam uma vaga na final desde 2003. Há jejum dos dois lados e muita vontade de levantar a taça. Quem será que leva o título para casa?


No primeiro jogo pelas finais do Campeonato Estadual, o Flamengo derrotou o Macaé por 71 a 64 e saiu na frente na disputa pelo título. A partida, disputada no Ginásio da Gávea, no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira, serviu para mostrar que Olivinha, cliente da All Sports Agency, está totalmente recuperado do estiramento na coxa que o deixou fora de alguns jogos da competição. Com grande atuação, o ala/pivô marcou 12 pontos e foi fundamental para o triunfo rubro-negro.

O ala Marquinhos, também cliente da All Sports Agency, marcou 10 pontos e se destacou como Olivinha na vitória. Apesar do placar parelho, o Flamengo sofreu em alguns momentos da partida. No primeiro quarto, o Rubro-Negro começou melhor e, diante do nervosismo do Macaé, fechou com 23 a 16. Na segunda etapa, o Fla caiu bastante de rendimento, errando muitos arremessos de longa distância e viu o adversário encostar, fechando o placar em 34 a 32.

Passado o intervalo, o técnico José Neto conseguiu fazer com que o Flamengo voltasse mais ligado para a partida, mas o Macaé seguia com força defensiva. O confronto chegou a ficar empatado, em 47 a 47. Porém, no estourar do cronômetro, Rafa Luz acertou uma cesta de três para recolocar o time da casa na frente, fechando o período em 50 a 47.

No último quarto, as dificuldades nos chutes do Flamengo em infiltrar na arrumada defesa do Macaé seguiam. Nos últimos cinco minutos, empurrado pelos torcedores na Gávea, o Rubro-Negro passou a encaixar os arremessos e foi abrindo vantagem. Os visitantes sentiram a pressão e se abriram um pouco mais, facilitando ainda mais a vida do time da casa, que concretizou a vitória em 71 a 64.

As equipes voltam a se enfrentar no Ginásio do Tênis Clube na próxima quinta-feira, dia 29 de outubro. Caso o Flamengo vença novamente, fatura o título. Se o Macaé conseguir o triunfo, a decisão fica para o terceiro duelo, novamente na Gávea, dia 30 de outubro. Antes do próximo jogo, o Rubro-Negro ainda disputará dois amistosos, contra o Solar Cearense, nesta sexta-feira e no domingo.


No último jogo pela fase classificatória do Campeonato Estadual, o Flamengo levou a melhor sobre o Botafogo com vitória por 74 a 55, no Ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro, na noite desta segunda-feira. Agora, o Rubro-Negro se concentra para as finais da competição, diante do Macaé. O primeiro jogo será já nesta quarta-feira, às 20h, no Ginásio da Gávea. A partida de volta, em Macaé, será no dia 27. Se for necessário um terceiro jogo, a decisão será na sede rubro-negra, no dia 30.

O Flamengo voltou a contar com a força de Marquinhos, cliente da All Sports Agency, para vencer o clássico com o Botafogo. Com 18 pontos, o ala foi o cestinha da partida. Com o resultado, o Rubro-Negro segue com 100% de aproveitamento na competição e segue forte na busca por seu 11º título estadual consecutivo.

Por conta de um estiramento na coxa, o técnico José Neto resolveu poupar Olivinha, ambos clientes da All Sports. O ala-pivô ficou por mais de dez dias parados após sofrer a lesão em um treino e retornou no jogo do último sábado, diante do Orlando Magic, pelo NBA Global Games, entrando no decorrer da partida. A expectativa da comissão técnica é que o atleta esteja 100% para a decisão do Estadual e para a estreia no NBB, marcada para o próximo dia 3, diante do Bauru, na casa dos adversários.


Com uma grande festa de 14.894 torcedores, que não pararam de cantar um minuto sequer, o Flamengo fez história ao receber o Orlando Magic na noite deste sábado, na HSBC Arena, no Rio de Janeiro, sendo o primeiro brasileiro a encarar uma equipe da NBA em território nacional. Em caso de vitória, o feito seria ainda maior, mas o Rubro-Negro, com três jogadores que não faziam parte do time na temporada passada, sentiu a falta de entrosamento e só conseguiu deslanchar no fim da partida, quando a vantagem adversária já era praticamente irreversível, e perdeu por 90 a 73.

No primeiro quarto, o Orlando Magic conseguiu abrir boa vantagem e, apesar das cestas de três do ala Marquinhos, cliente da All Sports Agency, fechou com vitória por 26 a 17. No período seguinte, o camisa 11 do Rubro-Negro, que anotou 13 pontos na partida e foi o segundo melhor marcador do Fla na partida, com quatro pontos a menos que Marcelinho, seguiu brilhando nas bolas de longa distância e, nos últimos segundos, converteu belo arremesso de três pontos e fez a vantagem adversária diminuir, fechando o quarto em 51 a 34.

No terceiro período, a equipe do técnico José Neto, também cliente da All Sports Agency, brigou muito, mas encontrou dificuldade diante do forte condicionamento físico do Orlando Magic e a vantagem do time da NBA aumentou para 78 a 51. O Flamengo conseguiu bela recuperação no último período e conseguiu terminar com 22 contra 12 pontos na frente da franquia norte-americana. Porém, com uma vantagem praticamente irreversível, o placar final fechou em 90 a 73.

Além das caras novas na equipe, o técnico José Neto não pode contar com Olivinha em toda partida. Após quase duas semanas parado por um estiramento na coxa, o pivô entrou somente no decorrer da partida e conseguiu marcar um ponto. Ciente dos dos problemas, o treinador aprovou a atuação do time, mas espera uma evolução nos próximos jogos.

“Eu gostei, mas acredito que temos que trabalhar mais para ter sucesso. Eu falava com eles no vestiário, que eu estava com um sentimento de que poderíamos mais. Imagina, esperar mais contra o Orlando Magic, um time da NBA. É engraçado. Talvez esse tipo de exigência a gente tem quando desaprende a perder”, disse Neto, lembrando da recente ótima sequência de títulos do Flamengo.

Agora, o Flamengo direciona o foco para o Campeonato Estadual, que lidera com três vitórias em três jogos e encara o Botafogo nesta segunda-feira, e inicia a preparação para a estreia no NBB, marcada para o dia 3 de novembro, diante do Bauru.


Em confronto deste sábado, que será disputado nas regras da NBA, no Rio de Janeiro, Flamengo tem a chance de ser primeiro brasileiro a derrotar equipe da maior liga de basquete do mundo

Quando a bola laranja subir, às 18h deste sábado, na Arena da Barra, no Rio de Janeiro, mais um capítulo na história do basquete brasileiro será escrito. Diante do Orlando Magic, o Flamengo será a primeira equipe do país a receber um time da NBA em seus domínios. A vitória sobre uma time da maior liga de basquete também seria algo inédito. O técnico José Neto, o pivô Olivinha e o ala Marquinhos, trio rubro-negro da All Sports Agency, vão para este duelo com muita confiança.

“Trabalhamos bem durante a semana, tenho confiança nos meus jogadores e, jogando na nossa casa, com o apoio da torcida, vamos entrar para tentar vencer.  Estudamos o que podemos fazer ofensivamente, defensivamente e as características individuais de cada jogador. Temos tudo para conseguir uma grande apresentação e fazer jus ao reconhecimento que o Flamengo tem, dentro e fora do país”, afirma Neto.

Além do alto nível técnico do adversário, o Flamengo terá outra dificuldade: as diferenças nas regras do jogo, que serão como na NBA. Se no resto do mundo a partida é realizada em quatro períodos de 10 minutos cada, o padrão NBA são dois a mais por quarto. O tamanho da quadra também é maior, saem os 28m (comprimento) x 15m (largura) e entram os 28,65m x 15,24m. A última grande mudança é a bola: a do basquete americano é mais pesada do que a do NBB.

Com passagem pela NBA entre 2006 e 2008, quando defendeu o New Orleans Hornets, atualmente conhecido como New Orleans Pelicans, e o Memphis Grizzlies, Marquinhos destaca a dificuldade das diferenças, mas lembra os confrontos do Flamengo nestes moldes, quando fez três jogos nos Estados Unidos no ano passado, e destaca a preparação da equipe.

“Tem mais tempo, a quadra fica maior… Mas fizemos jogos lá no ano passado, nos preparamos bem nos últimos dias e nossa expectativa é muito boa. Encaro esse jogo como um prêmio por tudo o que estamos fazendo e temos de passar por cima das dificuldades”, destaca.

“Rei” dos rebotes da equipe rubro-negra, Olivinha é considerado um jogador importante na rotação. Com um estiramento sofrido na coxa há cerca de dez dias, o pivô ainda é dúvida para o confronto deste sábado. A escalação deve ser confirmada somente horas antes do jogo. A vontade de entrar em quadra, porém, segue enorme.

“Eu já estou sentindo pouca dor, bem confiante na possibilidade de entrar no jogo para ajudar meus companheiros. De qualquer forma, será um grande dia para o basquete do Flamengo e esperamos que o nosso torcedor compareça para que possamos sair com uma vitória, quem sabe”, projeta.

A torcida do Flamengo está mobilizada com a partida e a promessa é de casa cheia. Em caso de vitória, a festa promete ser inesquecível.


Campeão de tudo pelo Rubro-Negro, treinador revela métodos para ter boa gestão sobre o grupo e colhe frutos do desenvolvimento da função

O Dia do Mestre é comemorado nesta quinta-feira no Brasil. Uma das definições dadas pelos dicionários ao substantivo é: “indivíduo dotado de excepcional saber e que ensina”. A data é motivo de celebração na Gávea, já que José Neto, técnico do basquete do Flamengo e cliente da All Sports Agency, se encaixa perfeitamente neste significado, e os números justificam. No Rubro-Negro desde 2012, o treinador conquistou os últimos três estaduais, as últimas três edições do NBB, a Liga das Américas e a Copa Intercontinental, ambas no ano passado. Sempre reconhecido e muito festejado pelos atletas em todos os títulos, Neto exalta as características do grupo rubro-negro.

“Estou sempre em busca do melhor tipo de gestão do grupo. A melhor forma de relacionamento exige o respeito acima de tudo. Para ter sucesso, é preciso trabalhar bem em grupo. Preciso sempre convencê-los que a minha forma de executar as coisas é a melhor. Por isso, tento sempre ser justo nas minhas ações e atitudes. Esse é o caminho”, afirma.

Aos 44 anos, Neto é treinador de basquete desde 2002. Além do bom desempenho no Flamengo, ele acumula passagens de sucesso por Paulistano, São Bernardo e Joinville, além da base da Seleção Brasileira e da equipe principal, esta última como assistente técnico do técnico Rubén Magnano, função que ainda exerce. Com toda esta experiência, Neto passou a se engajar na luta pela formação de novos treinadores no basquete brasileiro. Atualmente, já colhe frutos deste trabalho. Gustavo de Conti, técnico do Paulistano, foi seu auxiliar de 2004 a 2007 e, na temporada 2013-2014, acabou eleito o melhor treinador do NBB. O sucesso do pupilo enche o mestre de orgulho.

“Em uma posição de liderança, o profissional precisa tentar formar sucessores. Tento trabalhar com isso, mostrando o que fazer e também o que não fazer para quem está perto de mim. Ver o Gustavo na posição que ele está hoje, técnico como eu, disputamos uma final de NBB juntos no ano passado… É muito gratificante. Sinto que consegui contribuir de alguma forma e isso me deixa muito feliz”, destaca Neto.

Campeão de tudo pelo Flamengo, José Neto busca um feito histórico neste sábado, diante do Orlando Magic, na Arena da Barra. Nunca uma equipe brasileira derrotou um time da NBA. O Rubro-Negro começou bem na temporada, com quatro vitórias e uma derrota em cinco jogos, sendo três pelo Estadual e dois amistosos diante do Brasília. Como todo mestre, o treinador acredita que ainda é preciso melhorar. Porém, isso não abala a confiança dele para o duelo frente aos norte-americanos.

“O grupo é muito bom, mas ainda precisamos fazer ajustes e necessitamos de uma evolução no sentido de equipe. Houve mudanças e os jogadores estão buscando o entrosamento ideal ainda. Mas, vamos entrar para vencer. Imagino um ginásio lotado, com a torcida apoiando bastante, e, vamos buscar a vitória”, completa.

Um triunfo sobre o Orlando Magic seria algo histórico não só para o Flamengo e para a carreira dos envolvidos na partida, mas para o basquete do Brasil. Por tudo o que representa para este grupo rubro-negro, é certo que, se vier, a vitória será oferecida pelos jogadores “ao mestre, com carinho”.


Vivendo grande momento na carreira, ala fala em trabalho forte para fazer temporada espetacular e sonha com medalha olímpica

Marquinhos está no Flamengo desde 2012 e vem colecionando títulos. O ala, que é cliente da All Sports Agency, conquistou três vezes o NBB (2012-2013, 2013-2014 e 2014-2015), uma Liga das Américas (2014) e a Copa Intercontinental (2014). No ano passado, ele foi aos Estados Unidos e disputou três jogos pela pré-temporada da NBA, diante de Orlando Magic, Phoenix Suns e Memphis Grizzlies. Neste sábado, os norte-americanos do Orlando é que virão ao Brasil para encarar o Rubro-Negro. Para o camisa 11, isso coroa todo o trabalho bem feito pelo Fla nos últimos anos.

“Fomos premiados por fazer uma partida dessas na nossa casa. É uma visita histórica de um time da NBA na América do Sul e é muito gratificante para nós. Por tudo que Flamengo vem fazendo nos últimos anos, acho que será a cereja no bolo realizarmos esse jogo. Espero o ginásio lotado, com a torcida apoiando a gente e, se conseguirmos vencer, seria muito legal, pois entraríamos para a história do Flamengo e isso é um grande desejo que eu tenho”, afirma.

Aos 31 anos e com passagem pela NBA entre 2006 e 2008, quando defendeu o New Orleans Hornets, atualmente conhecido como New Orleans Pelicans, e o Memphis Grizzlies, Marquinhos vive grande fase na carreira. Além das conquistas com o Flamengo, o ala tem brilhado pela Seleção. No ano passado, foi o segundo cestinha do Brasil no Mundial, com média de 10.1 pontos por partida, atrás apenas de Leandrinho, com 11.9. As boas atuações renderam sondagens de clubes espanhóis e até propostas de retornos para a NBA. Com contrato renovado por mais dois anos com o Rubro-Negro, o foco dele está no Rio de Janeiro, o que inclui o Fla e a Olimpíada de 2016.

“Minha ideia é fazer uma temporada espetacular agora. Estou me preparando muito bem fisicamente, me doando ao máximo nos treinos e nos jogos pelo Flamengo e pretendo chegar no auge fisicamente e tecnicamente na Seleção para buscar uma medalha na Olimpíada. Estou satisfeito com o trabalho e me sinto muito bem para encarar o que está por vir”, afirma.

Até agora, o Flamengo disputou cinco jogos na temporada, três pelo Campeonato Estadual (um clássico com o Botafogo e dois duelos com o Macaé) e dois amistosos diante do Brasília. Marquinhos foi o cestinha de todas as partidas, com um total de 101 pontos. Se o ala mantiver o nível de atuação diante do Orlando Magic, no sábado, quem sabe não ajuda o Fla a conquistar a primeira vitória de um brasileiro sobre uma equipe da NBA?


Uma noite histórica. Essa é a definição para o jogo do Bauru contra o New York Knicks, no Madison Square Garden. Participando da pré-temporada da NBA, a equipe brasileira, que foi a primeira a disputar uma partida no templo sagrado dos esporte novaiorquino, perdeu por 100 a 81. Cliente da All Sports Agency, o armador Ricardo Fischer alcançou uma marca histórica: foi o primeiro atleta do Brasil a fazer um triple/double, que significa ter dois dígitos em três fundamentos, contra um gigante da NBA. O camisa 5 bauruense marcou 11 pontos, pegou 10 rebotes e deu 10 assistências.

Muito satisfeito com a marca, o camisa 5 relevou uma estratégia da equipe para que isso fosse possível. “No finalzinho ali, eu vi que estava com oito e combinei com a turma para deixar os rebotes para mim (risos). Esse foi o primeiro triple/double da minha carreira e, no Madison Square Garden, esse templo do basquete mundial, está bom, né?”, brinca.

Campeão da Liga das Américas e vice da Copa Intercontinental, o time paulista jogou pela primeira vez contra um time da NBA e não se intimidou com craque Carmelo Anthony e outros astros do New York Knicks. A equipe brasileira, que também contou com a participação do trio Paulinho Boracini, Leo Meindl e Jefferson William, também da All Sports Agency, fez jogo dela, meteu bolas de três pontos, foi intensa na marcação, mas sofreu com o ritmo da liga americana e a velocidade dos rivais, principalmente no segundo quarto, quando levou 36 pontos e fez apenas 19.

Além do duelo contra os Knicks, o Bauru também vai enfrentar o Washington Wizards, do brasileiro Nenê, no domingo, às 19h (de Brasília). A partida terá transmissão ao vivo do canais SporTV.